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Terça-Feira, 07 de Abril de 2020, 14h:36 | A | A

AGRONEGÓCIO

Seis frigoríficos em Mato Grosso continuam parados; instituto diz que China paga melhor por carne precoce

Por: Assessoria

Foto: Assessoria

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária informou, ontem à tarde, no boletim semanal, que em Mato Grosso, ainda se observam “mais indicativos do que negócios realizados de boi gordo”, pois o impacto da Covid-19 ainda traz dificuldade de escoamento no mercado doméstico, tanto pelo recuo da demanda quanto pela logística no Estado. “Assim, frigoríficos que não estão com problemas portuários dão prioridade à exportação, principalmente pela volta das compras da China, que, inclusive, tem precificado melhor pela arroba de animais precoces. Com os envios internacionais, algumas plantas voltaram a operar, agora totalizando seis plantas paradas”, aponta o instituto sem mencionar quais.

Ainda de acordo com o IMEA, “o mercado de reposição, que também vinha sofrendo consequências, pela falta de interesse de compradores, nesta semana voltou a ter movimentação. Já no atacado e varejo as vendas estão sendo realizadas apenas para reposição de mercados e vendas delivery, mas, mesmo assim, os cortes no atacado valorizaram 1,56% e, no varejo, 1,91% na semana passada, devido à expectativa de aquecimento das vendas no início de mês”.

Na semana passada, os preços do boi e da vaca gorda tiveram variação semanal de3,74% e 4,08%, respectivamente, baseados muito mais em indicativos do que em negócios efetivados. Também foi observado que a maior parte das negociações foram focadas em animais precoces para exportação, os quais estão sendo mais bonificados.

O boi gordo fechou, em média, semana passada, em Mato Grosso a R$ 171, 54 a arroba. A vaca gorda a R$ 161,70.

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