Alexandra Lopes/Folhamax
Sorriso/MT
Wandersson José de Sousa, Bruno Henrique Gonçalves, Carlos Augusto Vieira Gonçalves e Josciel de Sousa Santos, todos presos por suspeita de participação na execução do mascate Jilvan João Rodrigues, de 31 anos, tiveram a prisão preventiva mantida pelo juiz plantonista Glauber Lingiardi Strachicini, durante audiência de custódia no último sábado (29). Jilvan foi morto com tiros na cabeça, no bairro Talismã, em Sorriso (420 km de Cuiabá), em plena manhã da última sexta-feira (28).
Informações preliminares levantadas pela Polícia Civil apontam que a vítima era mascate e que estava tendo conflitos por conta de território de vendas com outros dois mascates. Os suspeito, então, teriam contratado outros dois homens, supostamente pistoleiros, no Estado do Piauí (PI), para matar Jilvan.
Na manifestação do Ministério Público consta a informação que Carlos e Bruno teriam encomendado a morte de Jilvan por R$ 10 mil após uma desavença. Ao manter o bando preso, o juiz considerou o risco à sociedade e a aplicação penal.